Depois de tantas tentativas de alçar vôos cada vez mais altos
o pequeno passarinho se aventura em mais um salto,
Talvez caia no chão de terra batida, ou em um piso duro, espinhento,
Talvez caia num profundo oceano, escuro e sombrio, cercado por tubarões e águas vivas...
Entretanto poderá também cair em Ko Lipe águas claras localizadas ao sul da Tailândia onde existe um paraíso pra se explorar.
E se ao invés de espinhos ele encontre nuvens de algodão doce e pétalas de uma espécie quase que extinta de uma roseira plantada no cume da montanha mais alta.
Arriscar pode sim ser imaturo, irresponsável e até indecente!COMO QUISER.
Então...
Coisa minhas... Coisas suas... Minhas, suas, tão nossas as coisas que recordei!
Não me diga de novo às coisas que sempre me machucarão!
Não peça pra escolher entre amar e querer bem!
terça-feira, 10 de agosto de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
PERDIDA....
Hoje foi daqueles dias em que nos perguntamos o que queremos realmente pra nossa vida!
Que preço tenho que pagar pra ter a FELICIDADE
Que tantos "paradigmas" terei que quebrar?
Será que serei outra pessoa?
ÓooooH Deus!
Que preço tenho que pagar pra ter a FELICIDADE
Que tantos "paradigmas" terei que quebrar?
Será que serei outra pessoa?
ÓooooH Deus!
quinta-feira, 17 de junho de 2010
caleidoscópio
Todos estamos tão carentes de inspiraçãoTodos estamos tão carentes de essência
Uma doce melodia
Quando a noite é longa
Por não termos garantia
De que a vida é fácil
Quando sinto meu mundo caindo aos pedaços
Quando não a luz pra quebrar a escuridão
É quando eu olho pra você
Quando as ondas estão inundando o litoral
E não consigo encontrar o caminho de casa
É quando eu olho pra você
Quando não a luz pra quebrar a escuridão
É quando eu olho pra você
Quando as ondas estão inundando o litoral
E não consigo encontrar o caminho de casa
É quando eu olho pra você
Eu vejo o perdão
Eu vejo a verdade
Você me ama por quem eu sou
Como as estrelas que seguram a lua
Bem ali, onde elas pertecem e eu sei
Eu não estou sozinha
Você parece como um sonho pra mim
Como as cores de um caleidoscópio
Provam pra mimEu vejo a verdade
Você me ama por quem eu sou
Como as estrelas que seguram a lua
Bem ali, onde elas pertecem e eu sei
Eu não estou sozinha
Você parece como um sonho pra mim
Como as cores de um caleidoscópio
Tudo que preciso
Cada respiração
Cada batida ainda que lenta
Cada acordar...
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Pra Você guardei o AMOR...
Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Ilusão
25 são de um janeiro que não sei dizer mais
24 horas de espera é um pesadelo
Essa solidão e essa angustia que chegou a mim DÓI
São trazidas de um vento frio...
Talvez o tempo passe e com ele a dor acabará
E como folhas secas que o outono já levou
Sempre possa recomeçar
Mas acontece que ainda lembro
De tudo que quero esquecer
Mas anoitece e então me rendo...
Ao doce som da sua voz que atormenta a minha paz
Aquela estrada colorida hoje já não vejo mais
Imagens soltas na parede
Se transformou em ILUSÃO!
Ciddynha Andrade/Thiago Oliveira
24 horas de espera é um pesadelo
Essa solidão e essa angustia que chegou a mim DÓI
São trazidas de um vento frio...
Talvez o tempo passe e com ele a dor acabará
E como folhas secas que o outono já levou
Sempre possa recomeçar
Mas acontece que ainda lembro
De tudo que quero esquecer
Mas anoitece e então me rendo...
Ao doce som da sua voz que atormenta a minha paz
Aquela estrada colorida hoje já não vejo mais
Imagens soltas na parede
Se transformou em ILUSÃO!
Ciddynha Andrade/Thiago Oliveira
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Cala-te!
O que fazer quando SE tem uma crise absurda de consciência?
E porque ter tal crise SE não SE fez nada inumano?
Julgamentos são justos quando SE escuta apenas uma das partes envolvidas?
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
O TROCO!
Maviael Melo
Poeta e Cantador
poetamavi@yahoo.com.br
Começo a fiar esse texto, sem a mínima pretensão de convencer ou condenar, somente querendo expressar a minha angustia com tanto caso por nada! Com tantas perguntas que ficam.
Um troco de alguma coisa. A partir de hoje só faço compras com o dinheiro contado, para evitar certos trocos;
Um doido com um celular, segundo Amazan: “... em toda janela tem”;
Uma inocente mulher: Afinal quem não fica valente, rico, esquecido, liso, eufórico, dançante e sem pudor depois de umas bicadas;
E um meio de divulgar, ainda acredito na internet como uma importante ferramenta de informação e expressão.
A princípio não nos pareceria mal, pois seria bastante natural, como de fato o é. Em todos os cantos que vamos, nos deparamos com trocos, com celulares e seus cinegrafistas amadores, mulheres inocentes e mulheres experientes, e as notícias vão se formando no ar, nas vozes, nos sorrisos, nas tragédias etílicas, em fotos clicadas e postas em site de entretenimento, etc.
Acompanhei essa semana em algumas rodadas entre amigos, o fato ocorrido com a professora baiana, que foi demitida por ter se deixado ser enfiada pelo próprio tecido por um desses “reboladores”, de uma dessas bandas aí, chamada O Troco. Na verdade fiquei sem palavras ao ver as imagens e o seu conteúdo. Sem palavras, pois na tentativa de expressar a minha opinião imediata, de que realmente é inadmissível que uma educadora infantil se preste a tal papel, coloco-me ao mesmo tempo no lugar do cidadão que tem direitos e deveres iguais aos de todo mundo. O fato de ser educadora, não tira dela o direito de se arreganhar em público, afinal é maior e livre. Mas até que ponto se é livre mesmo? Uma grande massa da nossa população está acorrentada aos trocos errados que circulam em porcarias, com o apoio financeiro e alienador de produtores de lixo. Procurei ver o lado da escola que pune tão severamente a educadora, ao tempo em que é comum nas festas comemorativas de diversas escolas, serem contratadas bandas que passam o mesmo troco. (errado)
Sob uma ótica humana, é degradante o que se vem produzindo, tocado e mostrado nos principais meios de comunicação, principalmente as FM´s, imaginar que os adolescentes convivem com isso todos os dias, é preocupante. Que educadores teremos daqui a 10 ou 15 anos? Ver a cena, é triste, não sei ao certo a sensação, mas é algo que circula entre o nojento e o humilhante, entre o degradante e vil. Sem palavras...
Enfim, Está tudo no mundo! Segundo Rafhael. Em mundos diferentes, penso eu. O mundo que penso não permite tal ultraje a mulher alguma. O mundo da professora com certeza é outro, é o mundo fabricado pelas grandes indústrias de manipulações, que aliena de tal forma a massa, ao ponto de mulheres mal passadas, submeterem-se a cenas tão lastimáveis. O mundo que penso é distante, mas acredito em novos mundos diários que surgem, a professora enfiada, acaba de se enfiar em um novo mundo, com um pouco de vítima, um pouco patética, e um tanto quanto esperançosa, concordo com Pinzoh, quando diz “Mas não duvido que ela chegue a ser apresentadora de programa infantil na televisão, pois parece ser assim que a coisa tem funcionado, no ritmo do “tudo enfiado na hipocrisia”
Não me conformo. Acredito e vou continuar acreditando, luto e irei lutando, embora a cada dia um novo luto é adicionado a música brasileira, mas também um novo verso, uma nova canção sonora pelo ar.
Fui enfiando palavras ao texto e percebendo as diversas vias que sugere o tema, filosóficas, pedagógicas, constitucionais, legais, corporais, éticas, sociais, culturais, etc.
Será crime enfim uma pessoa maior, supostamente livre divertir-se em publico? Será negligência paterna permitir que nossos filhos tenham como educadores apreciadores desse troco? Quem deu esse direito de exposição da vida alheia aos doidos dos celulares? Será repressão punir um inocente e expor de forma sensacionalista a vida de uma pessoa, que tem outras pessoas em sua vida? Ou será hipocrisia, ver tanta coisa enfiada nos bolsos dos homens de pretos, que nos vão enfiando “goela a dentro”, escândalos de corjas tão espúrias e nojentas quanto o ato da professora naquele palco de horrores.
Em resumo me vejo enfiado numa discussão ética do que se pode e o que não se pode! Acho que algo tem que ser feito, urgentemente, as pessoas irão continuar dançando e se enfiando cada vez mais nesse troco de merda que circula em migalhas gigantescas, nos guetos principalmente dos subúrbios, agora ainda mais, como toda a repercussão (proposital) do fato.
O que fazer: censurar ou educar? Eu acredito na educação de base, no ensino como vivência, a escola é ainda um lugar de se aprender, lamento pela professora, que ainda poderia vir a ser de fato uma educadora. Não me proponho a achar um culpado em toda essa lambança cultural, apenas questiono: A mídia? Que, sobrevive muito bem com os altos trocos gerados dessa merda. A escola que quer ser exemplo, ou ganhar mídia como se exemplo fosse? As diversas câmeras celulares que invadem a vida alheia e lançam na internet? Hoje em dia não se vende celular porque ele faz e recebe ligações, vende-se um “Bombril Comunication” com mil e uma utilidades e todo mundo pode ter um, mérito da situação atual do nosso País. A professora, que sonhava, penso eu, no seu mundo criança, em ser educadora e ajudar a formar jovens e ver sua filha formada, sabe-se lá o que não se mudou no seu mundo entre a infância e a maior idade? Quais acessos culturais ela teve ou preferiu?
Está tudo no mundo sim, mas cada um escolhe o seu!
Eu já escolhi o meu e só pago a conta certa! Sem troco!http://www.youtube.com/watch?v=h0GLpu6n7j4
Poeta e Cantador
poetamavi@yahoo.com.br
Começo a fiar esse texto, sem a mínima pretensão de convencer ou condenar, somente querendo expressar a minha angustia com tanto caso por nada! Com tantas perguntas que ficam.
Um troco de alguma coisa. A partir de hoje só faço compras com o dinheiro contado, para evitar certos trocos;
Um doido com um celular, segundo Amazan: “... em toda janela tem”;
Uma inocente mulher: Afinal quem não fica valente, rico, esquecido, liso, eufórico, dançante e sem pudor depois de umas bicadas;
E um meio de divulgar, ainda acredito na internet como uma importante ferramenta de informação e expressão.
A princípio não nos pareceria mal, pois seria bastante natural, como de fato o é. Em todos os cantos que vamos, nos deparamos com trocos, com celulares e seus cinegrafistas amadores, mulheres inocentes e mulheres experientes, e as notícias vão se formando no ar, nas vozes, nos sorrisos, nas tragédias etílicas, em fotos clicadas e postas em site de entretenimento, etc.
Acompanhei essa semana em algumas rodadas entre amigos, o fato ocorrido com a professora baiana, que foi demitida por ter se deixado ser enfiada pelo próprio tecido por um desses “reboladores”, de uma dessas bandas aí, chamada O Troco. Na verdade fiquei sem palavras ao ver as imagens e o seu conteúdo. Sem palavras, pois na tentativa de expressar a minha opinião imediata, de que realmente é inadmissível que uma educadora infantil se preste a tal papel, coloco-me ao mesmo tempo no lugar do cidadão que tem direitos e deveres iguais aos de todo mundo. O fato de ser educadora, não tira dela o direito de se arreganhar em público, afinal é maior e livre. Mas até que ponto se é livre mesmo? Uma grande massa da nossa população está acorrentada aos trocos errados que circulam em porcarias, com o apoio financeiro e alienador de produtores de lixo. Procurei ver o lado da escola que pune tão severamente a educadora, ao tempo em que é comum nas festas comemorativas de diversas escolas, serem contratadas bandas que passam o mesmo troco. (errado)
Sob uma ótica humana, é degradante o que se vem produzindo, tocado e mostrado nos principais meios de comunicação, principalmente as FM´s, imaginar que os adolescentes convivem com isso todos os dias, é preocupante. Que educadores teremos daqui a 10 ou 15 anos? Ver a cena, é triste, não sei ao certo a sensação, mas é algo que circula entre o nojento e o humilhante, entre o degradante e vil. Sem palavras...
Enfim, Está tudo no mundo! Segundo Rafhael. Em mundos diferentes, penso eu. O mundo que penso não permite tal ultraje a mulher alguma. O mundo da professora com certeza é outro, é o mundo fabricado pelas grandes indústrias de manipulações, que aliena de tal forma a massa, ao ponto de mulheres mal passadas, submeterem-se a cenas tão lastimáveis. O mundo que penso é distante, mas acredito em novos mundos diários que surgem, a professora enfiada, acaba de se enfiar em um novo mundo, com um pouco de vítima, um pouco patética, e um tanto quanto esperançosa, concordo com Pinzoh, quando diz “Mas não duvido que ela chegue a ser apresentadora de programa infantil na televisão, pois parece ser assim que a coisa tem funcionado, no ritmo do “tudo enfiado na hipocrisia”
Não me conformo. Acredito e vou continuar acreditando, luto e irei lutando, embora a cada dia um novo luto é adicionado a música brasileira, mas também um novo verso, uma nova canção sonora pelo ar.
Fui enfiando palavras ao texto e percebendo as diversas vias que sugere o tema, filosóficas, pedagógicas, constitucionais, legais, corporais, éticas, sociais, culturais, etc.
Será crime enfim uma pessoa maior, supostamente livre divertir-se em publico? Será negligência paterna permitir que nossos filhos tenham como educadores apreciadores desse troco? Quem deu esse direito de exposição da vida alheia aos doidos dos celulares? Será repressão punir um inocente e expor de forma sensacionalista a vida de uma pessoa, que tem outras pessoas em sua vida? Ou será hipocrisia, ver tanta coisa enfiada nos bolsos dos homens de pretos, que nos vão enfiando “goela a dentro”, escândalos de corjas tão espúrias e nojentas quanto o ato da professora naquele palco de horrores.
Em resumo me vejo enfiado numa discussão ética do que se pode e o que não se pode! Acho que algo tem que ser feito, urgentemente, as pessoas irão continuar dançando e se enfiando cada vez mais nesse troco de merda que circula em migalhas gigantescas, nos guetos principalmente dos subúrbios, agora ainda mais, como toda a repercussão (proposital) do fato.
O que fazer: censurar ou educar? Eu acredito na educação de base, no ensino como vivência, a escola é ainda um lugar de se aprender, lamento pela professora, que ainda poderia vir a ser de fato uma educadora. Não me proponho a achar um culpado em toda essa lambança cultural, apenas questiono: A mídia? Que, sobrevive muito bem com os altos trocos gerados dessa merda. A escola que quer ser exemplo, ou ganhar mídia como se exemplo fosse? As diversas câmeras celulares que invadem a vida alheia e lançam na internet? Hoje em dia não se vende celular porque ele faz e recebe ligações, vende-se um “Bombril Comunication” com mil e uma utilidades e todo mundo pode ter um, mérito da situação atual do nosso País. A professora, que sonhava, penso eu, no seu mundo criança, em ser educadora e ajudar a formar jovens e ver sua filha formada, sabe-se lá o que não se mudou no seu mundo entre a infância e a maior idade? Quais acessos culturais ela teve ou preferiu?
Está tudo no mundo sim, mas cada um escolhe o seu!
Eu já escolhi o meu e só pago a conta certa! Sem troco!http://www.youtube.com/watch?v=h0GLpu6n7j4
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