sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Fragmentos!


Tão longe de casa...
Com problemas, alegrias
Com dores... Tantos amores!
Dias de arco-íres, nuvens escuras colorem o momento celeste da primavera que acabou de começar!
Sons se calam dentro de mim para ceder espaço à transformação que com o tempo não abordou.
Foi um dia como qualquer outro, levantamos bem cedo como de costume, trocamos o já comum “EU TE AMO” sagrado de todos os dias... Quase um mantra, uma espécie de oração para começar bem o dia. – saímos!
Fizemos o tínhamos que fazer naquele dia em baixo de uma fogueira que estava fincada sob nossas cabeças.
cercada por nuvens de probleminhas, tão cheia de pequenas e delicadas frustrações...
(Um “Hum” de riso e satisfação saiu de minha boca agorinha... bastou olhar pra ele)
Na verdade nem sei por que!
Já é noite e o dia chegou ao fim faz um tempo.
Estamos no quarto lugar que todas as nossas diferenças chegam ao fim...
Ele de um lado digitando conversas que talvez nem tenham muito futuro, entretanto eu não irei mais me meter.
Eu estou sentada com as pernas ligeiramente flexionadas em cima da cama dele.
Está tocando a Bebel, não é a NOSSA música, não a da nossa primeira vez...Mas assim... a Bebel Gilberto nos acalma.

Continuando...


Estamos prestes a nos separarmos contra a nossa vontade. Ainda assim será melhor por hora!
Tenho certeza que isso não mudará nadinha...
Nossa cumplicidade, nosso companheirismo e principalmente nada mudará no nosso AMOR!
Ele trocou a música quer me mostrar todas as canções novas que nem tão novas são da Bebel.
Mas todas tão lindas...


Continuando...


Os nossos últimos dias digamos que foram um tanto jururus... Iremos sobreviver!
Hoje depois do trabalho resolvemos ir ao cinema, ver um filme
– COMER, REZAR E AMAR – que particularmente adorei e por coincidência tem tudo haver com meu momento.
Aqui são apenas fragmentos meus que serão concluídos talvez...
... Ou talvez não!



Sua!

domingo, 19 de setembro de 2010

Ela tinha uns cabelos assim vermelhos e uma voz de veludo. Tinha uma tristeza vultosa velada, era menina e se dizia mulher.
Se dizia mulher por não poder ser de outro jeito, o mundo lhe disse que era mulher cedo demais e exigiu que dele [ o mundo ] mulher fosse.
Pois fez-se seu gosto, foi mulher dele, ousou, atreveu-se enveredou numa viagem sem rumo para o fim do mundo, e sua tez de menina enrugou-se, endureceu, quis colo para chorar, achou a implacável verdade do cotidiano de quem não vivia de mentiras.
Mas ela precisava saber a verdade, precisava saber de certas coisas assim escuras e outras tantas,  precisava saber que o mundo não era bonito e que seus cabelos um dia desbotariam e virariam cinzas e nada, e que ninguém iria morrer por ela quando fosse a hora dela morrer, e que chorar não passava.
Eu lhe diria se fosse outra “ Vai ficar tudo bem, calma, vai passar”, mas não sendo dada a hipocrisias de toda sorte, lhe disse apenas que a dor não ia curar-se, e que há coisas indissolúveis com as quais lidar.
Lhe diria, se pudesse me ouvir agora, que no entanto  eu estou aqui, para birra ou braço, abraço, aperto, o que for, para lhe dar a mão, porque eu simplesmente me encantei por esses olhos cor de terra molhada e vi ali dentro a mulher do por vir.
Olhe, mulher do por vir, permita-se, é a única solução. Não espere o mundo, não espere as regras, quebre-as!E as reconstrua em si, sob o molde do balançar das curvas dos seus cachos, da ondulação dos seus  lábios.
By...Picolehdechuchu!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

iSSO

Depois de tantas tentativas de alçar vôos cada vez mais altos
o pequeno passarinho se aventura em mais um salto,
Talvez caia no chão de terra batida, ou em um piso duro, espinhento,
Talvez caia num profundo oceano, escuro e sombrio, cercado por tubarões e águas vivas...
Entretanto poderá também cair em
 Ko Lipe águas claras localizadas ao sul da Tailândia onde existe um paraíso pra se explorar.
E se ao invés de espinhos ele encontre nuvens de algodão doce e pétalas de uma espécie quase que extinta de uma roseira plantada no cume da montanha mais alta.
Arriscar pode sim ser imaturo, irresponsável e até indecente!COMO QUISER.
Então...
Coisa minhas... Coisas suas... Minhas, suas, tão nossas as coisas que recordei!
Não me diga de novo às coisas que sempre me machucarão!
Não peça pra escolher entre amar e querer bem!

segunda-feira, 21 de junho de 2010

PERDIDA....

Hoje foi daqueles dias em que nos perguntamos o que queremos realmente pra nossa vida!
Que preço tenho que pagar pra ter a FELICIDADE
Que tantos "paradigmas" terei que quebrar?
Será que serei outra pessoa?
ÓooooH Deus!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

caleidoscópio


Todos estamos tão carentes de inspiração
Todos estamos tão carentes de essência
Uma doce melodia
Quando a noite é longa
Por não termos garantia
De que a vida é fácil
Quando sinto meu mundo caindo aos pedaços
Quando não a luz pra quebrar a escuridão
É quando eu olho pra você
Quando as ondas estão inundando o litoral
E não consigo encontrar o caminho de casa
É quando eu olho pra você
Eu vejo o perdão
Eu vejo a verdade
Você me ama por quem eu sou
Como as estrelas que seguram a lua
Bem ali, onde elas pertecem e eu sei
Eu não estou sozinha

Você parece como um sonho pra mim
Como as cores de um caleidoscópio
Provam pra mim
Tudo que preciso
Cada respiração
Cada batida ainda que lenta
Cada acordar...

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Pra Você guardei o AMOR...

Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir



Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir

Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar


Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar


Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar


Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar


Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar