segunda-feira, 9 de março de 2009

Musa do Louvre!


Também estava naquela lojinha de vitrine aquarelada, só que no meu entrever as mudanças não eram tantas, a rusticidade ainda sobrepunha a modernidade tão desejada.
Fico feliz que isso remeta graciosidade. Mas meu caro admirador é muita delicadeza se referir a um palácio tão importante que então se tornou museu de Louvre-Paris, como lugar onde MUSA sou! Na verdade nem sei se a mim referia-se, perdoe-me a audácia!
A definição de perplexidade com certeza exprime o que senti quando o vi a me olhar inerte, saiba que como disse outrora, esta também pousou sobre mim. E agora te digo o lindo príncipe não fui vendida! A sua bonequinha de pele alva e cabelos intensos de um vermelho vívido ainda está aqui a sua espera. Sabe aquele trem que ao passar deixou que percebesse seus ilustres passageiros –“como?”, ”quando?”, e “por quê?”- foi o mesmo que me trouxe de volta. Espero conseguir arrancar um belo sorriso com tal afirmação a não ser que isso realmente “não importe mais”.
Então faço minhas suas palavras: “Vou lançar-te um feitiço meu pequeno ser encantado, mas diferente da fábula, tua voz continuará a me entorpecer e o meu falar a sustentar o teu caminho. Is This love?Or should i close the door?"

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